O Perto de Tudo reativa regiões centrais degradadas — com infraestrutura, transporte e comércio já instalados — transformando-as em bairros produtivos, onde morar, trabalhar, consumir e crescer de renda acontece no mesmo território.
Não é um bairro-dormitório na periferia. É reocupação de centralidades históricas já equipadas, combinando moradia acessível, capacitação conectada à demanda real e comércio local ativo — com a meta de dobrar a renda média das famílias em até 3 anos.
O primeiro módulo em operação é o Nova Caldwell, no Centro do Rio de Janeiro.
Grandes cidades brasileiras têm áreas centrais com infraestrutura completa e cada vez menos gente morando nelas. O Perto de Tudo parte do que já existe — mobilidade, redes de serviço, localização estratégica — e organiza um ecossistema produtivo em cima disso.
É um modelo urbano em que tudo que sustenta o dia a dia — casa, trabalho, escola, saúde, comércio e lazer — fica a até 15 minutos a pé ou de bicicleta. Não é sobre eliminar deslocamentos, é sobre deixar de depender deles para viver.
Hoje, famílias que moram longe do centro gastam horas por dia em transporte, e uma fatia relevante da renda com passagem, combustível e manutenção — tempo e dinheiro que não voltam. A cidade de 15 minutos inverte essa conta: reorganiza o bairro para que a vida caiba perto de casa.
É exatamente isso que o Perto de Tudo entrega. Não como discurso, mas como critério de projeto: cada módulo é desenhado para que morar, trabalhar, estudar, se cuidar e se divertir caibam nesse raio de 15 minutos.
A habitação deixa de ser um fim em si e passa a ser a plataforma para o salto econômico das famílias.
Cada módulo reativa uma centralidade histórica específica. O Nova Caldwell, no Centro do Rio, é o piloto — a prova de conceito que valida o modelo antes da replicação em rede.
Orientar · Conectar · Transformar. O braço de mentoria e desenvolvimento vocacional do programa — aberto a qualquer pessoa, não apenas a moradores dos bairros Perto de Tudo.
Sindicatos, associações e entidades de classe que ajudam a levar o programa até suas categorias — como o SINDRATAR-RJ. Veja quem apoia e como sua entidade também pode apoiar.
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